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INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS: UM DEBATE NECESSÁRIO SOBRE O USO DA TECNOLOGIA NO DIREITO

A começar, é indiscutível que a tecnologia veio para ficar na vida dos Advogados, Magistrados e Poder Judiciário. E aqui, importante contextualizarmos essa mudança da Terceira para a Quarta Revolução Industrial. A primeira Revolução Industrial utilizou vapor para mover máquinas. A Segunda empregou energia elétrica para fabricação de bens de consumo em massa. E a Terceira usou computadores para automatizar os meios de produção. A Quarta Revolução por sua vez ocorre pela fusão de várias tecnologias (inteligência artificial, big data, machine learning, blockchain, criptomedas) para criar soluções únicas e transformadoras, capazes de provocar rupturas nos atuais modelos de negócios e mercados de trabalho.

É inegável, portanto, hoje, que os Operadores do Direito sofrem uma quebra de paradigmas. A inserção das tecnologias no cenário jurídico, por exemplo, não têm precedentes, mas infelizmente no âmbito do Direito a tecnologia é utilizada de forma tímida, ou seja, apenas modificações dos meios físicos para os digitais, sem, entretanto alterar a forma de trabalho nas execuções das tarefas rotineiras dos servidores públicos (Administração Pública) e Setor Privado.

E acrescente-se que segundo pesquisa realizada pela AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs), “37% dos advogados consideram que o escritório ou empresa onde trabalham não utiliza ferramentas tecnológicas para o desenvolvimento de suas atividades e 88% dos profissionais consideram que o local onde trabalham pretende utilizar soluções de lawtechs no futuro próximo para auxiliar nas demandas internas”.

A inclusão da tecnologia no âmbito do Poder Judiciário Brasileiro em seu sentido “lato” é certo que torna mais eficiente, ágil, diligente e célere a prestação jurisdicional.

Por fim, a tecnologia é um caminho sem volta. Precisamos estar preparados!

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